Sofrimento de minh´alma,
é alvorada e chega-me
recordação de quem amo
e duplicam-se as ilusões
Lembrança ofegante de alguém que clamo
que em precedentes braços
me recusa sobejos de alegrias
entre lençóis esquecidos
Ao remoto grita um coração desvanecido
obscuridade inconstante, e
ouço-te o rugido época que meu fado remoestes
paixão, paixão, saber genuíno
Latente e límpido, eu protejo
em extensa escuridade
sentindo a brisa de outro dia
chegar sem me causar alegria...
Marinete Silva
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